Após ter dormido cedo e tido uma boa noite de sono, fui tomar o ótimo café da manhã no Black Cat Hostel. O café da manhã deles é realmente muito bom e já está incluído no preço e como não pretendia comer algo muito pesado no almoço porque ia subir ao Vulcão Pacaya, aproveitei para ir à forra no café da manhã.
Dei uma caminhada pela cidade, comprei água, bolachas e dois mistinhos porque desconhecia a subida e algumas pessoas me falaram que era cansativa...resolvi levar bastante comida já que não estava com equipo.
Olhei no relógio e já estava próximo das 14hs, o tempo voara, então fui até o local combinado para me encontrar com a van.
Como muitas vezes já aconteceu comigo, esperei, esperei, esperei e já estava achando que tinha sido enganado quando tive a "brilhante" idéia de verifcar as horas com outras pessoas que estavam pela praça.
Sim, errei. Meu relógio estava errado e acabei chegando 01hs30 antes do combinado! Só então comecei a ver que outras pessoas estavam por perto esperando a agência...enquanto eu tinha esperado por muito tempo em vão.
Comecei a puxar papo com as pessoas por perto. Um casal esloveno, depois chegou um brasileira, depois dois japoneses...pronto, estava formada a Torre de Babel!
A van chegou, entramos. O caminho de Antigua até o PACAYA não é longo, em torno de 01hs30, o caminho não traz graaandes paisagens, mas é bacana ver a van se aproximando do destino.
No caminho comecei a conversar também com uma família de costa-riquenhos muito simpáticos. Aliás, um deles conhecia o Brasil e várias coisas de sua cultura.
Chegamos ao pico do vulcão e lá há aquele informal comércio de serviços. Crianças oferecendo bastões para se apoiar durante a caminhada, cavalos à disposição dos menos preparados, "mini-guias" e havia aqueles que só pediam alguns quetzales...
Pagamos também pelas entradas do parque (40,00 Q$) e partimos.
A caminhada me pareceu bem tranquila, por isso tive a chance de curti-la bem. O guia ia na frente e seguia, seguia...ia deixando os menos preparados para trás.
Como eu sei que esse pessoal acaba ficando desmotivado se o guia se manda, acabei meio que fazendo o papel de apoio. Ajudava o pessoal que estava cansado, esperava para que tirassem fotos, dava água, fazia companhia quando alguém parava e aproveitava para tirar umas fotinhos...
Realmente a caminhada é bem tranquila. Em pouco mais de 01hs30 estávamos bem perto do topo.
O fato desagradável é que houvera um acidente pela manhã e um grupo de turista se feriu porque ficou com medo da lava que saía do vulcão, se precipitou, correu e acabou se machucando.
Por isso, por precaução, não podíamos chegar muito perto porque o vulcão estava bem movimentado.
Mas a paisagem de lá é cênica! Ver a lava alaranjada saindo do vulcão, bem ao cair do Sol era algo inimaginável para mim..algo de cinema mesmo! Pena que as fotos não saíram muito boas porque estava um baaaaaita vento.
Ficamos lá por uns 30min, curtindo o Vulcão Pacaya...fizemos um lanche e pronto, começamos a descer...já no escuro!
Animal o trekking no escuro! Apenas com algumas lanternas e muita gente com receio de cair...hahahahaha
Foi rapidinho, mas a sensação de caminhar no meio da mata no escuro é diferente, diria, sinistro, mas bem legal!
Fiz amizade com o pessoal do tour e como um bom brasileiro, convidei alguns deles a tomar umas brejas à noite, o que foi abraçado por quase todos.
Combinamos de ir no MONOLOCO, bem próximo à praça central, às 21hs!
Cheguei rapidamente ao hostel, tomei uma ducha e segui ao encontro dos demais. Encontrei Gerardo em seu hostel (um mexicano muito gente fina) e de lá fomos até o hostel de Andréia (brasileira) e rumamos para o bar.
Chegando lá estavam Go (um japonês engraçadíssimo), uma coreana que eu não conhecia e não adianta perguntar o nome que até hoje não consegui entender, Jimena (costa-riquenha) com seu irmão Christian.
Bebemos várias lá, comemos um pouco de comida mexicana e rimos um pouco das diferenças culturais.
Aliás, Christian tinha visto TROPA DE ELITE e tinha adorado e a todo momento, quase bêbado, repetia - "VIADO, VIADO, MACONHEIRO VIADO!" - que aprendera no filme...hehehe
Tivemos que ir embora por causa da lei do país de que os estabalecimentos não devem ficar abertos após à meia-noite.
A van chegou, entramos. O caminho de Antigua até o PACAYA não é longo, em torno de 01hs30, o caminho não traz graaandes paisagens, mas é bacana ver a van se aproximando do destino.
No caminho comecei a conversar também com uma família de costa-riquenhos muito simpáticos. Aliás, um deles conhecia o Brasil e várias coisas de sua cultura.
Chegamos ao pico do vulcão e lá há aquele informal comércio de serviços. Crianças oferecendo bastões para se apoiar durante a caminhada, cavalos à disposição dos menos preparados, "mini-guias" e havia aqueles que só pediam alguns quetzales...
Pagamos também pelas entradas do parque (40,00 Q$) e partimos.
A caminhada me pareceu bem tranquila, por isso tive a chance de curti-la bem. O guia ia na frente e seguia, seguia...ia deixando os menos preparados para trás.
Como eu sei que esse pessoal acaba ficando desmotivado se o guia se manda, acabei meio que fazendo o papel de apoio. Ajudava o pessoal que estava cansado, esperava para que tirassem fotos, dava água, fazia companhia quando alguém parava e aproveitava para tirar umas fotinhos...
Realmente a caminhada é bem tranquila. Em pouco mais de 01hs30 estávamos bem perto do topo.
O fato desagradável é que houvera um acidente pela manhã e um grupo de turista se feriu porque ficou com medo da lava que saía do vulcão, se precipitou, correu e acabou se machucando.
Por isso, por precaução, não podíamos chegar muito perto porque o vulcão estava bem movimentado.
Mas a paisagem de lá é cênica! Ver a lava alaranjada saindo do vulcão, bem ao cair do Sol era algo inimaginável para mim..algo de cinema mesmo! Pena que as fotos não saíram muito boas porque estava um baaaaaita vento.
Ficamos lá por uns 30min, curtindo o Vulcão Pacaya...fizemos um lanche e pronto, começamos a descer...já no escuro!
Animal o trekking no escuro! Apenas com algumas lanternas e muita gente com receio de cair...hahahahaha
Foi rapidinho, mas a sensação de caminhar no meio da mata no escuro é diferente, diria, sinistro, mas bem legal!
Fiz amizade com o pessoal do tour e como um bom brasileiro, convidei alguns deles a tomar umas brejas à noite, o que foi abraçado por quase todos.
Combinamos de ir no MONOLOCO, bem próximo à praça central, às 21hs!
Cheguei rapidamente ao hostel, tomei uma ducha e segui ao encontro dos demais. Encontrei Gerardo em seu hostel (um mexicano muito gente fina) e de lá fomos até o hostel de Andréia (brasileira) e rumamos para o bar.
Chegando lá estavam Go (um japonês engraçadíssimo), uma coreana que eu não conhecia e não adianta perguntar o nome que até hoje não consegui entender, Jimena (costa-riquenha) com seu irmão Christian.
Bebemos várias lá, comemos um pouco de comida mexicana e rimos um pouco das diferenças culturais.
Aliás, Christian tinha visto TROPA DE ELITE e tinha adorado e a todo momento, quase bêbado, repetia - "VIADO, VIADO, MACONHEIRO VIADO!" - que aprendera no filme...hehehe
Tivemos que ir embora por causa da lei do país de que os estabalecimentos não devem ficar abertos após à meia-noite.
Já passara 30 minutos da meia-noite e já estávamos sendo mandados embora.
Pagamos e saímos. Fomos em busca de algum lugar "ilegal" para beber.
Christian e Jimena foram embora, assim como a coreana SEMNOME.
Sobramos eu, Go, Gerardo e Andréia.
Já viu, nos metemos numa barca mais que furada!!!
Uma balada trash num tipo de casa antiga, meio que caindo aos pedaços com tequila free...
É, minha mãe já me falou que esse lance de bebida free é sujeira (mãe, faz de conta que eu n~em bebi!)...mas pior que sujeira é a enganação...tocava a porra do sininho para ir buscar a tequila, a garçonete subia no balcão tosco com uma garrafa de tequila na mão e todos viravam a cabeça pra cima com a boca aberta enquanto ela despejava a bebida...
A roubada é que parecíamos um monte de mortos-vivos à procura de sangue...e pior, parecia que o "sangue" era de urubu...sério, puta tequila horrível, parecia álcool zulu!
Meu brother mexicano até falou para nem tomar mais que ia me dar dor de cabeça porque aquilo nem era tequila autêntica...por precaução, aceitei seu conselho (só faltava teimar e beber mais, né, otário!).
Ficamos lá então, bebendo umas brejas ouvindo uma techneira meio-mais-ou-menos e algumas músicas latinas.
Daí, quando foi umas 03hs da manhã resolvemos ir embora, enquanto a baladinha ainda rolava...aliás, para os guatemaltecos aquilo aí era o máximo porque após às 24hs não pode ter nada, então era misto de balada com contravenção, sabe, aquela coisa de estar fazendo algo contra a lei...e ainda bebendo pacas...hahahaha...nessas horas sintia uma saudade do meu país...
Bom, fui dormir e quase bêbado, né, meu, não quer que eu continue...me deixa, velho!
Pagamos e saímos. Fomos em busca de algum lugar "ilegal" para beber.
Christian e Jimena foram embora, assim como a coreana SEMNOME.
Sobramos eu, Go, Gerardo e Andréia.
Já viu, nos metemos numa barca mais que furada!!!
Uma balada trash num tipo de casa antiga, meio que caindo aos pedaços com tequila free...
É, minha mãe já me falou que esse lance de bebida free é sujeira (mãe, faz de conta que eu n~em bebi!)...mas pior que sujeira é a enganação...tocava a porra do sininho para ir buscar a tequila, a garçonete subia no balcão tosco com uma garrafa de tequila na mão e todos viravam a cabeça pra cima com a boca aberta enquanto ela despejava a bebida...
A roubada é que parecíamos um monte de mortos-vivos à procura de sangue...e pior, parecia que o "sangue" era de urubu...sério, puta tequila horrível, parecia álcool zulu!
Meu brother mexicano até falou para nem tomar mais que ia me dar dor de cabeça porque aquilo nem era tequila autêntica...por precaução, aceitei seu conselho (só faltava teimar e beber mais, né, otário!).
Ficamos lá então, bebendo umas brejas ouvindo uma techneira meio-mais-ou-menos e algumas músicas latinas.
Daí, quando foi umas 03hs da manhã resolvemos ir embora, enquanto a baladinha ainda rolava...aliás, para os guatemaltecos aquilo aí era o máximo porque após às 24hs não pode ter nada, então era misto de balada com contravenção, sabe, aquela coisa de estar fazendo algo contra a lei...e ainda bebendo pacas...hahahaha...nessas horas sintia uma saudade do meu país...
Bom, fui dormir e quase bêbado, né, meu, não quer que eu continue...me deixa, velho!





























